sábado, 22 de novembro de 2014

Decida ser feliz

Ser feliz pressupõe viver a vida em plenitude, cuidando de si e daqueles que eu amam. Torne os outros felizes. Não dê ouvido a promessas. Lute por um mundo melhor. Olhe com fascinação para tudo. Sorria. Assobie. Cante. Dance. Ser feliz é ter esperança, confiança em si mesmo e nos outros. Reze agradeça a Deus todos os dias. Seja você mesmo, pleno e intensamente, todos os dias, até a morte. Sinta Deus em seu coração e alma e esteja convicto da Vida Eterna e da Ressurreição. (autor desconhecido).

Meditação

A pessoa que nunca medita como alguém que nunca se olha no espelho e, assim, não se cuida e sai desarrumada. A pessoa que medida e dirige seus pensamentos a Deus, que é um espelho da sua alma, procura conhecer seus defeitos, tentar corrigi-los modera seus impulsos e põe em ordem sua consciência. (São Pio de Pietrelcina)

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Dez motivos para ler mais devagar

Original de DANILO VENTICINQUE
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/03/dez-motivos-para-bler-mais-devagarb.html


em 18/03/2014

A velocidade da internet nos fez desaprender a arte da leitura. É preciso redescobri-la. Quando abandonamos as distrações digitais e lemos um livro com calma, mesmo que por pouco tempo, cultivamos algumas habilidades fundamentais que corremos o risco de perder.

Para quem está destreinado, reacostumar-se à leitura lenta ou praticá-la pela primeira vez pode dar trabalho. Não há motivo para preocupação. Os livros – sempre eles – podem ajudar. São incontáveis os autores que pretendem nos ensinar a ler melhor. Entre eles, o crítico literário americano David Mikics é o que mais chamou minha atenção, com seu livro recém-lançado Slow reading in a hurried age (A leitura lenta numa era apressada).

O título explica tudo – perfeito para quem quer capturar a atenção de leitores apressadinhos. Ao longo de 336 páginas, Mikics defende os benefícios da leitura lenta e se propõe a ensiná-la. É a mais apaixonada declaração de amor aos livros que li nos últimos tempos. Na coluna de hoje, divido algumas de suas dicas para quem quer abandonar a pressa.
1. Saiba por que você está lendo

Ninguém lê um livro apenas para passar o tempo. Na internet, no celular ou na tela da televisão, não faltam outras opções mais atraentes e acessíveis para quem quer relaxar nas horas vagas enquanto o sono não vem. Ler um livro é uma atividade diferente de todas elas. Lemos porque estamos procurando respostas para algo – talvez uma pergunta que ainda não tenhamos feito. Pense nisso. Ler sem motivo é uma receita infalível para ler mal. Antes de começar um novo livro, tente responder a essa questão simples: o que você espera tirar dessa leitura? É uma maneira de escolher melhor os livros que lemos – e de garantir que a pergunta será respondida.

2. Fuja da microleitura

Engana-se quem diz que a televisão é a principal inimiga dos livros. A maior distração dos leitores, hoje em dia, é a própria leitura. Dedicamos a maior parte de nosso tempo na internet a uma leitura fragmentada, superficial, com péssimos índices de compreensão e retenção. Você pode passar o dia inteiro lendo posts no Facebook e notícias curtas em portais. Daqui a um mês, não se lembrará de nada. Repetir esse comportamento por um longo prazo é matar a mente de inanição. “Não dá para viver dessa dieta”, diz Mikics. “Até para ler apenas uma página de literatura de verdade é preciso ter tempo para refletir.”

3. Aprenda a perder

Um dos erros mais comuns entre apaixonados por livros é não respeitar seus próprios limites. A lista de leituras pendentes é interminável e não há tempo a perder. Mal viramos a primeira página e já pensamos em acabar a história, e no próximo livro que leremos em seguida. Com isso, a leitura passa a ser uma fonte de estresse. A vontade de terminar o livro é tão grande que não somos capazes aproveitá-lo. Reconhecer que não conseguiremos ler tudo o que queremos é fundamental para aproveitar a leitura. “Como você lê importa muito mais do que quanto você lê”, diz Mikics. Ler cinco livros com prazer é muito melhor do que ler cinquenta sem refletir sobre eles.

4. Respeite o autor

Você pode até não perceber, mas a internet se molda às suas vontades. Seus amigos nas redes sociais provavelmente pensam como você. Algoritmos do Google e do Facebook selecionam e exibem o conteúdo que tem mais chances de agradar alguém com o seu perfil. Você pode passar um dia inteiro na internet sem encontrar alguém que tenha bons argumentos para discordar de suas opiniões. Ler um livro, pelo contrário, é um exercício permanente de questionar convicções. É deixar de ser protagonista para ser ouvinte. Na leitura, a opinião do autor é muito mais importante do que a do autor. É preciso deixar as preferências pessoais de lado para entender um livro por completo, mesmo que discordemos dele. Só quem aprende a ouvir e aceitar opiniões diferentes conseguirá aproveitar a leitura.

5. Desconfie do autor

Endeusar um autor pode ser ainda mais perigoso do que rechaçá-lo logo de cara. Qualquer livro, mesmo os grandes clássicos, é cheio de idiossincrasias típicas de qualquer obra humana. Analisar as escolhas do autor e fazer perguntas sobre elas é uma maneira de dar ainda mais profundidade à leitura. O que cada personagem representa? Por que o livro termina da maneira como termina? O que mudaria se a história se passasse nos dias de hoje? Alguma das opiniões do autor seria considerada polêmica ou inaceitável atualmente? Condenar o autor é injusto e inútil, mas fazer perguntas desse tipo é um passo importante para garantir que tiraremos o melhor de cada livro.

6. Imagine novas histórias

Para terminar um livro, o autor é obrigado a tomar decisões. Das inúmeras de histórias diferentes e contraditórias imaginadas por ele, apenas uma chega ao leitor na história publicada. Por que ela foi escolhida? Por que a trama não se desenrolou de outra forma? As perguntas parecem infantis, mas são um passo essencial para quem quer entender melhor o autor. Pense nas maneiras diferentes como o livro poderia ser escrito. Imagine histórias paralelas e tente se colocar na cabeça do escritor que decidiu descartá-las. Ralph Waldo Emerson escreveu uma bela frase sobre o assunto: “Assim como existe a escrita criativa, existe a leitura criativa.” O que não está no livro pode ser tão estimulante quanto o que chegou às páginas da versão final.

7. Viva com o livro

“Olhar para um tweet demora alguns segundos; entender um romance demora dias, às vezes semanas”, diz Mikics. Pela sua natureza, o livro é algo que nos acompanha no dia a dia, mesmo quando não estamos diante de suas páginas. Pensar num livro quando estamos longe dele é uma parte indispensável da leitura lenta. Leve seu livro para passear, ainda que mentalmente. Lembre-se dele nas situações mais inusitadas do cotidiano. Se você tiver sorte, isso mudará algo na sua forma de ver o livro (ou a vida). Um tweet dificilmente teria esse efeito.

8. Repita até aprender

Com tantos livros para ler em tão pouco tempo, a releitura poderia ser vista como um pecado a ser evitado a todo custo. Na prática, ela é essencial. Mikics recomenda que todos os leitores tenham uma prateleira de livros favoritos e releiam ao menos partes deles com frequência. Cada leitura é uma redescoberta. Uma das mais verdadeiras frases sobre esse hábito foi escrita pelo romancista Robertson Davies: “Um livro verdadeiramente grandioso deve ser lido na juventude, na maturidade e na velhice, da mesma forma que um prédio bonito deve ser visto de manhã, ao entardecer e à luz da lua.”

9. Encontre sua próxima leitura

Uma boa leitura pode ser definida como uma conversa franca entre leitor e escritor. Quando embarcamos nela, é comum entreouvirmos, à distância, diálogos entre o autor do livro e outros autores. Um leitor curioso não deve perder a chance de acompanhar essas conversas. Um bom livro serve como porta de entrada para uma infinidade de outros, igualmente valiosos.

10. Reavalie sua vida

A experiência da leitura, segundo Mikics, é comparável a uma visita a um país estrangeiro. Podemos nos comportar como turistas impacientes, que estranham quaisquer novidades e não veem a hora de chegar em casa. Mas é muito mais recompensador aprender com as diferenças culturais, aceitá-las, descobrir um novo universo e reavaliar sua vida com base nessas descobertas. Cada livro é um país desconhecido. “Aproveitar ao máximo a viagem a esse novo território significa se render os sons e paisagens do lugar, mantendo-se alerta a todas as suas surpresas. Só depois você pode julgar o que viu”, afirma o autor. Cada nova leitura é uma chance de escolher se seremos viajantes curiosos ou turistas apressados. Nunca é tarde para aproveitar a viagem.

Danilo Venticinque escreve às terças-feiras.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Você Pode, decida!

Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria. Você pode assumir sua individualidade, ou reprimir seus talentos e fantasias, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse. Você pode produzir-se e ir se divertir, brincar, cantar e dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis. Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas, ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um, inclusive os seus. Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela falta de gente à sua volta. Você pode deixar sua vida como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias no mundo à sua volta. Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar. Você pode amaldiçoar sua sorte, ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a vida lhe oferece. Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações, ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar. Você pode escolher o seu destino e, através de ações concretas caminhar firme em direção a ele, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta a fazer senão sofrer. Você pode viver o presente que a vida lhe dá, ou ficar preso a um passado que já acabou e, portanto não há mais nada a fazer ou a um futuro que ainda não veio - e que, portanto não lhe permite fazer nada. Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo de coisas que você é e possui, ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria. Você pode continuar escravo da preguiça, ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu Plano de Vida. Você pode aprender o que ainda não sabe, ou fingir que já sabe tudo e que não precisa aprender nada mais. Você pode ser feliz com a vida como ela é, ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é. A escolha é sua. E o importante é que você sempre tem escolha. Pondere bastante ao se decidir, pois é você que vai carregar sozinho e sempre o peso das escolhas que fizer.

Fonte: desconheço, quem souber me fale :)

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Purifique-se e seja cheio da alegria de Deus

“Apesar disso, o sólido alicerce colocado por Deus permanece, marcado pelo selo desta Palavra: "O Senhor conhece os que são seus". E ainda: "Afaste-se da injustiça todo aquele que pronuncia o nome do Senhor". Você quer ser firme e forte? Então, precisa saber que Deus o conhece e se relaciona com você.

Se Ele o conhece, algo d’Ele você também deverá conhecer. Sendo assim, experimente o Senhor na sua vida e afaste-se do mal e do pecado. Aquele que é de Deus não pode ser do pecado.

Você nunca terá firmeza, na sua vida, se tiver um pé em Deus e o outro no pecado, mas sim destruirá a sua vida por essa maneira indecisa de viver. Se você é de Deus, seja d’Ele de verdade e rompa com o pecado, para assim ter alegria e paz na sua vida.

A nossa alegria é um dom de Deus, e nós precisamos colaborar com Ele, como em tudo na vida; mas é d’Ele que vem essa graça. Ela brota da liberdade que vem com a verdade. É quando, por exemplo, passamos por um problema e, ao reconhecermos que ele faz mal para nossa vida, o entregamos nas mãos do Pai para que Ele nos liberte. Nessa hora, experimentamos a verdadeira alegria, porque Deus nos conhece intimamente. Ele sabe de todas as nossas necessidades, visita-nos todos os dias, por meio das pessoas, de um acontecimento, uma inspiração e uma boa sensação.

Muitas vezes, nós nos colocamos em oração para pedir ao Senhor que venha nos socorrer em nossas necessidades, mas Ele já conhece todas elas. Nós oramos e pedimos para tomarmos conhecimento de que precisamos d’Ele. Toda a força de que necessitamos vem por meio da oração e da experiência que fazemos com o Pai.

A Palavra diz que nós pertencemos a Deus, por isso devemos nos afastar do pecado e recorrer a Ele, contar com o Seu socorro. O Senhor nos conhece e sabe como nos ajudar; mesmo que estejamos tentados, Ele não permitirá que essa tentação seja maior que as nossas forças e nos dirá o que fazer para não sermos pegos por ela.

“Aquele que se purificar desses erros será vaso nobre, santificado, útil para o seu dono e preparado para toda boa obra. Fuja das paixões da juventude, siga a justiça e a fé, o amor e a paz com aqueles que invocam, de coração puro, o nome do Senhor. Evite questões bobas e não educativas. Você sabe que elas provocam brigas. Um servo do Senhor não deve ser briguento, mas manso para com todos, competente no ensino, paciente nas ofensas sofridas. É com suavidade que você deve educar os opositores, esperando que Deus dê a eles não só a conversão, para conhecerem a verdade, mas também o retorno ao bom senso, libertando-os do laço do diabo que os conservava presos para lhe fazer a vontade.”

Santificando-nos em Deus, consagrando nosso coração a Ele, nos afastaremos do mal e do pecado. Consagrar é tomar a decisão de que os seus pensamentos e afetos não serão mais usados para outra coisa, a não ser as coisas do Senhor. É não “cozinhar” no coração aqueles sentimentos ruins. E se eles já estiverem em você, fazer de tudo para tirá-los dali.

É por isso que o Senhor nos compara a um vaso. Dentro de um vaso nós colocamos várias coisas. Se colocarmos coisas boas, seremos puros, santos, cheios do óleo da alegria e do perfume de Cristo. Se colocarmos coisas ruins, estaremos entupidos pelo pecado e só espalharemos o mau odor que ele traz.

Nós somos chamados a ser alegres, mas para isso precisamos nos purificar das coisas más. Se quisermos ter a firmeza e a alegria que vem da verdade, a Palavra nos trará uma lista de coisas que devemos fazer.

Nós devemos fugir das paixões da juventude, buscar sempre a justiça, a fé, o amor e a paz com aqueles que invocam o nome do Senhor de coração puro. Devemos evitar as discussões tolas, ser mansos, pacientes e estar sempre prontos para ensinar.

Um bom conselho que São Francisco de Sales traz para quem é impetuoso e afoito é este: “O que você consegue fazer sem desentendimentos, faça; mas o que você não consegue fazer sem discussões, deixe para lá”.

As brigas nos enchem de ira, ciúmes, vinganças e inquietações; mas nós somos de Deus, fomos feitos para ser cheios das coisas d’Ele. Vamos rezar e pedir ao Senhor que tire do nosso coração tudo aquilo que não pertence a Ele.

“Senhor, tira de nós tudo o que não vem de Ti. Tira de nós a inquietação para reinar a paz; tira a tristeza para reinar a alegria, porque nós não queremos estar cheios de algo que não seja de Ti. Dá-nos essa graça, ó Deus.”


Márcio Mendes
Membro da Comunidade Canção Nova.


Transcrição e adaptação: Débora Ferreira
http://clube.cancaonova.com/materia_.php?id=14244

terça-feira, 22 de abril de 2014

As marcas

Era uma vez um garoto que tinha um mau gênio, por qualquer motivo ele explodia.
Seu pai lhe deu um saco cheio de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a paciência, batesse um prego na madeira da cerca dos fundos da casa.
No primeiro dia o garoto havia pregado 37 pregos na madeira da cerca.
Nos dias seguintes, conforme ia aprendendo a controlar suas explosões de raiva,
o número de pregos que ele colocava ia diminuindo.
O garotinho descobriu que era mais fácil controlar seu gênio, do que pregar pregos na madeira da cerca.
Finalmente chegou o dia, no qual o garoto não perdeu mais o controle sobre o seu gênio.
Ele contou isto a seu pai, que lhe sugeriu que tirasse um prego da madeira da cerca, por cada dia que ele fosse capaz de controlar seu gênio.
Os dias foram passando, até que finalmente o garoto pode contar a seu pai, que não havia mais pregos a serem retirados.
O pai pegou o garoto pela mão e o levou até a cerca. E disse:
- Você fez bem garoto, mas dê uma olhada nos buracos que os pregos deixaram na madeira da cerca. A madeira da cerca nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas irado, elas deixam uma cicatriz como esta. Você pode esfaquear um homem e retirar a faca em seguida, e não importando quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuará ali.
Uma agressão verbal é tão má quanto uma física.

Não encontrei a fonte.

sábado, 12 de abril de 2014

Viver e Aprender

Há sempre uma noite escura para cada amanhecer. E na pequena-grande aventura de nascer existe o morrer. Quantas lições de vida, esta vida me ensinou... O melhor amigo é aquele que nos faz melhores do que somos; que nos ajuda a enfrentar situações difíceis e não desperdiçar as oportunidades. Se gostarias de ser forte e equilibrado, mas te sentes repartido, vacilante, fragmentado, um trapo de gente, embora destroçado, ajoelha-te confiante aos pés do Redentor Jesus! A cruz sintetiza os mistérios da vida, da morte, da dor... A cruz machuca menos quando levantamos o olhar para ela, fixando Cristo bem nos olhos com serenidade. No lenho do calvário encontra-se todas as respostas para os que sofrem e perderam a vontade de sorrir, de viver e lutar. A vida me fez e faz aprender...!

Seleção de Lucia Zanier Demeterco
Curitiba/PR
Folhinha do Sagrado Coração de Jesus 2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Mesmo assim

Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.
É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado.
MESMO ASSIM
As pessoas são irracionais, ilógicas e egocêntricas.
Ame-as MESMO ASSIM.
Se você tem sucesso em suas realizações,
ganhará falsos amigos e verdadeiros inimigos.
Tenha sucesso MESMO ASSIM.
O bem que você faz será esquecido amanhã.
Faça o bem MESMO ASSIM.
A honestidade e a franqueza o tornam vulnerável.
Seja honesto MESMO ASSIM.
Aquilo que você levou anos para construir,
pode ser destruído de um dia para o outro.
Construa MESMO ASSIM.
Os pobres têm verdadeiramente necessidade de ajuda,
mas alguns deles podem atacá-lo se você os ajudar.
Ajude-os MESMO ASSIM.
Se você der ao mundo e aos outros o melhor de si mesmo,
você corre o risco de se machucar.
Dê o que você tem de melhor MESMO ASSIM.
Madre Tereza de Calcutá

Não deixe que seu coração se afaste

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
“Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?”
“Gritamos porque perdemos a calma” disse um deles.
“Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?” Questionou novamente o pensador.
“Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça”, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: “Então não é possível falar-lhe em voz baixa?”
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
“Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.”
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Pense nisso!
Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso.
Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas idéias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes.
Quando pretendemos encontrar soluções para as desavenças, falemos num tom de voz que nos permita uma aproximação cada vez maior, como a dizer para a outra pessoa: “Eu não concordo com suas idéias ou opiniões, mas isso não me faz gostar menos de você.”
Pense nisso

Fonte desconhecida.

Dicas Saudáveis

- Consuma pelo menos cinco porções de frutas e vegetais ao dia.
- Quando consumir carnes, prefira as magras (sem pele e gordura).
- Leite e derivados: duas a três porções/dia para preencher as requerimentos de cálcio.
- Evite o consumo de alimentos que contenham gordura trans como, por exemplo, biscoitos e sorvetes.
- Movimente-se. Vocês não precisa ir à academia. Caminhar três vezes por dia semana irá ajudá-lo a ter mais saúde.

=D

terça-feira, 8 de abril de 2014

MÁSCARA - Rubem Alves


Antes de existirem como objetos usados para esconder o rosto, as máscaras moram dentro de nós com entidades do nosso psiquismo. Todas as vezes que olhamos para o rosto e ele nos parece misterioso, lugar onde um segredo se esconde, estamos pressupondo que ele não é um rosto, mas uma máscara, uma dissimulação.

Está dito na palavra “pessoa”, que vem do latim “persona”, que quer dizer “máscara de teatro”. O teatro é algo que precisa de um público para existir. Sem um público ele não tem sentido.

As “personae”, as máscaras de teatro, portanto, são usadas pra um público. O público vai ao teatro para ver a “máscara”, a “representação” de um papel. Não interessa o rosto verdadeiro por detrás da máscara. Esse rosto desconhecido é ignorado pelo público, não tem nome. São máscaras que têm nome. O meu nome, Rubem Alves, não é o nome do meu eu verdadeiro. É o nome da máscara pela qual sou reconhecido pelo público. É o nome do papel que esse público pede que eu represente. A aplicação do nome “persona”, máscara de teatro, a nós mesmos, implica no reconhecimento implícito de que a vida é uma farsa, uma representação, um carnaval de Veneza.

Não somos nós que pintamos as nossas máscaras. Álvaro de Campos dizia que ele era o “intervalo” entre o seu desejo, o seu eu verdadeiro e aquilo que os desejos dos outros haviam feito dele, a máscara. Essa máscara que se chama pessoa e que é representada pelo meu nome é uma evidência de que eu não me pertenço. Pertenço ao público. Pela máscara torno-me um peixe apanhado nas malhas das redes do público. Pela máscara não sou meu. Sou deles. Aí eles me fritam do jeito que desejam.
Mas as máscaras de papel e tinta padecem de grave limitação. Chega sempre a hora em que elas têm de ser tiradas. Mas não será possível simplesmente tirar a máscara de carne e osso sermos nós mesmos, sem nenhum disfarce?

A criança sempre horroriza o público. A criança ainda não aprendeu o papel, não usa máscara, não participa da farsa, não representa. Seu rosto e o seu eu são a mesma coisa. A qualquer momento a verdade que não devia ser dita pode ser dita pela sua boca.
As máscaras de carnaval podem ser colocadas e tiradas pela própria pessoa. Mas a máscara colada no nosso rosto só pode ser retirada por uma outra pessoa. Ela só se desprega da nossa pele quanto tocada pelo toque do amor. E assim sabemos que estamos amando: quando, diante daquela pessoa, a máscara cai e voltamos a ser crianças...

quarta-feira, 2 de abril de 2014

O autor fast-food - James Patterson


Reportagem sobre o escritor americano James Patterson que se tornou o homem que mais vende, publica e fatura com livros no mundo.
Reportagem aqui.
Reportagem da revista Veja edição 2234 ano 44 nº 37 - 14 de Setembro, 2011