quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Fé, Verdade e Caridade - Serenidade e coragem

Quando Jesus se despediu dos Apóstolos, no final da Última Ceia, já caminhando para a Paixão, fez entrar em seus corações uma lufada de confiança: Como o Pai me ama, assim também eu vos amo. Permanecei no meu amor […]. Eu vos disse isso para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa (Jo 15,9.11).

Ao mesmo tempo, mostrou-lhes que a alegria cristã não é o regozijo ruidoso e oco do mundo, que se acende como um palito de fósforo e se apaga logo depois. Um filho de Deus sabe manter-se sereno e feliz, mesmo no meio das mais duras contradições.

Neste sentido, Jesus anunciou com toda a clareza aos Apóstolos, e aos que iam suceder-lhes, o que deveriam esperar em todos os tempos, até ao fim do mundo:

Se o mundo vos odeia, sabei que primeiro me odiou a mim. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como ama o que é seu; mas, porque não sois do mundo, e porque eu vos escolhi do meio do mundo, por isso o mundo vos odeia (Jo 15,18-19).

E acrescentou, pouco depois: Eu vos disse estas coisas para que, em mim, tenhais a paz. No mundo tereis aflições. Mas, tende coragem! Eu venci o mundo (Jo 16,33).

Os católicos fiéis, que conservam uma consciência sensível, não precisam de fazer nenhum esforço para entender que hoje – nestes tempos de agressividade deliberada e escancarada contra a Igreja e o Papa – essas palavras de Cristo são de uma plena atualidade.

Pois bem. No passado dia 29 de junho de 2009, o Papa Bento XVI pronunciou umas palavras de serena coragem e esperança, que são como que um eco das palavras de Jesus na Ceia, que acabamos de citar. Foi na homilia de encerramento do Ano Paulino, na Basílica de São Paulo Extramuros. Uma homilia rica de conteúdo, onde, entre outras coisas, lemos as seguintes considerações:

«No capítulo quarto da Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo nos diz que, unidos a Cristo, devemos alcançar a idade adulta, uma humanidade madura [cf. Ef 4, 12-15]. Não podemos continuar a ser “crianças, entregues ao sabor das ondas e levados por todo vento de doutrina” (4,14). Paulo deseja que tenhamos uma fé “responsável”, uma fé “adulta”.

«A palavra “fé adulta”, nos últimos decênios, transformou-se num chavão muito difundido. Com frequência é entendida como a atitude daquele que não escuta a Igreja e os seus pastores, mas escolhe de forma autônoma o que quer crer e não crer, isto é, uma fé “feita por cada um à sua medida”. Isso é interpretado como “coragem”, a coragem de manifestar-se contra o Magistério da Igreja.

«Na realidade, para isso não é precisa coragem nenhuma, porque quem o faz pode ter a certeza de que, por ser contestador, vai receber o aplauso público. Pelo contrário, é necessária coragem para unirmo-nos à fé da Igreja, especialmente quando essa fé contradiz o “esquema” do mundo contemporâneo. A essa falta de conformismo da nossa fé, Paulo a chama “fé adulta”. Pelo contrário, qualifica como infantil o fato e correr atrás dos ventos e das correntes do tempo presente.

«Assim, por exemplo, faz parte dessa fé adulta comprometer-se com a inviolabilidade da vida humana desde o primeiro momento da sua concepção, opondo-se com isso de forma radical ao princípio da violência, precisamente na defesa das criaturas humanas mais vulneráveis. Faz parte da fé adulta reconhecer o matrimônio entre um homem e uma mulher para a vida toda como algo ordenado pelo Criador e restabelecido novamente por Cristo. A fé adulta não se deixa arrastar, de um lado para outro, por qualquer corrente. Opõe-se aos ventos da moda. Sabe que esses ventos não são o sopro do Espírito Santo; sabe que o Espírito de Deus se expressa e se manifesta na comunhão com Jesus Cristo…».

Meditemos essas palavras do Papa, bem atuais. E não esqueçamos nunca que a comunhão com Jesus Cristo exige, por querer de Deus, comunhão com a sua Igreja: Quem vos escuta – declarou Jesus aos Apóstolos –, é a mim que está escutando; e quem vos despreza, é a mim que está desprezando (Lc 10,16). Sem união com a “sua Igreja”, não pode haver união com Nosso Senhor.

Pe. Francisco faus

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

A VIDA



"Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.
Eu percebi que quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância,  eu estava no lugar certo, na hora certa.
Então pude relaxar... pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.
Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei muito menos vezes.
Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.
Descobri que na vida a gente tem mais é que se jogar,  porque os tombos são inevitáveis.
Percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração,  ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Também percebi que sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia e se torna amarga.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver,  apesar de todos os desafios,  incompreensões e períodos de crise. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

                 Mário Quintana

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Não espere para aproveitar a vida

A revista Istoé, publicou esta excelente entrevista de Camilo Vannuchi._ O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Uma das perguntas, veja a seguir e medite.
ISTO É: Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki: A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
A primeira é: instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
Deus nos criou para vivermos a vida em toda a sua plenitude, para sermos felizes, sermos livres...não se deixe escravizar...não seja escravo da ganância... do egoísmo... da amargura... do ressentimento...da falta de tempo...
Tenha tempo para Deus, para sua família, para você mesmo!
Seja livre para amar...para perdoar...para sonhar...para viver !
"Não espere a hora da sua morte para lembrar-se de que é preciso aproveitar a vida e ser feliz!"

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

The Foursquare Blog — Celebrating our Global Community

The Foursquare Blog — Celebrating our Global Community:



"Com a aproximação da Olimpíada, gostaríamos de aproveitar para destacar membros da nossa comunidade global. Perguntamos a alguns de nossos Superusuários quais seus locais favoritos em suas cidades para aproveitar a autêntica gastronomia e o que em relação à Olimpíada mais os estimula."



"With the Summer Games on the horizon, we wanted to put the spotlight on our incredible global community. We asked a few of our Superusers what they were looking forward to most during the games, and their favorite spot for authentic cuisine in their city. Here’s what they had to say:"



Brazil


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Who: Ricardo Fraga, SU3
Lives in: Juiz de Fora, Brazil
Joined Foursquare: 2011
Favorite spot for Brazilian cuisine: Trem da Terra
What he’s looking forward to: “I hope that the Olympic Games occur with tranquility and all possible security. I want Brazil to show the world that even with all of the political and social problems that affect our country, we can still receive visitors from all over the world with joy and hospitality- the characteristics Brazilians are best known for.”
U.S.A.


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Who: Jeremy Wilcox, SU3
Lives in: New York City, USA
Joined Foursquare: 2012
Favorite spot for American cuisine: Fred’s Restaurant
What he’s looking forward to: “Tennis!”
Turkey


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Who: Emrah Yılmaz, SU3
Lives in: Ankara, Turkey
Joined Foursquare: 2011
Favorite spot for Turkish cuisine: Yıldız Aspava
What she’s looking forward to:“Being a veteran swimmer, one of the best parts of Summer Olympics is the swimming races. In my opinion, the Olympics is the best place to build a peaceful and better world. When I’m out and watching the Olympics, I’ll be at Pool Pub.”
Spain


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Who: Daniel Lora, SU3
Lives in: Marbella/Málaga - Spain
Joined Foursquare: 2012
Favorite spot for Spanish cuisine: Los Tres Pepes
What he’s looking forward to: “I’m most looking forward to watching the athletics at home.”
Russia




Who: Alexander Mochalov, SU3
Lives in: Moscow, Russia
Joined Foursquare: 2011
Favorite spot for Russian cuisine: Grably
What he’s looking forward to: “I’m not sure about this year but we usually have huge screens in popular and crowded parks (for example, Gorky Park) with big sport events broadcastings.“

domingo, 24 de abril de 2016

Fazer Tempestade em copo D'Água

Essa imagem me remete ao famoso ditado popular sobre: "Fazer Tempestade em copo D'Água".
Como o desenho mostra, são copos iguais, cheios com a mesma quantidade de água mas que mostra duas REAÇÕES diferentes: Enquanto uma pessoa se afoga a outra flutua.
E isso sabe porque?! Porque não são as situações que roubam a nossa paz mas a nossa forma de reagir a Elas...
Na vida é sempre assim:
Enquanto um reclama do que acontece, o outro agradece;
Enquanto um se apavora, o outro ora;
Enquanto um se desespera o outro em Deus espera;
Enquanto um fala mais do que devia, o outro silencia;
Enquanto um vê sempre o lado ruim, o outro sempre procura o lado bom;
Situações parecidas, reações diferentes diante de um Deus que é o MESMO para todos!!!
Aprenda que: - VOCÊ NÃO PODE CONTROLAR O QUE ACONTECE COM VOCÊ, MAS PODE TREINAR A FORMA COM QUE REAGE AO QUE ACONTECE!!!

fonte desconhecida :(

sábado, 22 de novembro de 2014

Decida ser feliz

Ser feliz pressupõe viver a vida em plenitude, cuidando de si e daqueles que eu amam. Torne os outros felizes. Não dê ouvido a promessas. Lute por um mundo melhor. Olhe com fascinação para tudo. Sorria. Assobie. Cante. Dance. Ser feliz é ter esperança, confiança em si mesmo e nos outros. Reze agradeça a Deus todos os dias. Seja você mesmo, pleno e intensamente, todos os dias, até a morte. Sinta Deus em seu coração e alma e esteja convicto da Vida Eterna e da Ressurreição. (autor desconhecido).